Quem pesquisa por passagem de volta para Coreia do Sul normalmente quer entender quais documentos podem ser verificados antes do embarque ou na imigração e como comprovar que a viagem é temporária. Para brasileiros, é importante separar três pontos: entrada de curta duração, K-ETA e declaração de chegada.
Brasileiro precisa de visto para a Coreia do Sul?
Para viagens de curta duração, cidadãos brasileiros com passaporte comum podem utilizar o regime de entrada sem visto para turismo, visita a familiares e participação em eventos permitidos, normalmente por até 90 dias, desde que atendam às regras vigentes.
Para permanência superior a 90 dias ou atividades remuneradas, estudo de longa duração, trabalho ou outras finalidades específicas, é necessário verificar o visto adequado antes da viagem.
Brasileiro precisa de K-ETA em 2026?
Sim, em regra. A Coreia do Sul prorrogou até 31 de dezembro de 2026 uma isenção temporária de K-ETA para alguns países e regiões, mas o Brasil não está nessa lista de isenção temporária. Por isso, brasileiros elegíveis à entrada sem visto de curta duração continuam sujeitos ao K-ETA.
O K-ETA é uma autorização eletrônica de viagem. Ele deve ser solicitado no site oficial e sua aprovação não garante entrada: a decisão final continua sendo da autoridade de imigração no momento da chegada.
Passagem de volta é obrigatória para entrar na Coreia do Sul?
Não existe uma regra simples dizendo que todo viajante precisa apresentar uma passagem de volta específica em qualquer situação. Porém, a imigração pode analisar se o plano de viagem é compatível com uma estadia temporária, e uma passagem de saída da Coreia pode ajudar a demonstrar que existe um plano concreto de continuidade ou retorno.
Também é importante considerar as regras da companhia aérea e eventuais verificações antes do embarque.
Passagem de volta ou passagem para outro país?
Dependendo do seu roteiro, a saída não precisa necessariamente ser de volta ao Brasil. Um bilhete para um terceiro país pode fazer sentido quando corresponde ao itinerário real do viajante.
Veja também nosso guia sobre comprovante de saída do país e a diferença entre onward ticket e bilhete emitido.
O que é o e-Arrival Card?
A Coreia do Sul opera o sistema eletrônico de declaração de chegada, o e-Arrival Card. Ele substitui a declaração de entrada em papel para os viajantes que precisam apresentá-la.
Pessoas que possuem K-ETA válido podem ser dispensadas da declaração de chegada, conforme as regras oficiais. Ainda assim, é importante verificar a exigência aplicável ao seu caso antes da viagem.
O que pode ser verificado na imigração coreana?
- passaporte válido e identidade do viajante;
- K-ETA ou visto, quando aplicável;
- finalidade e duração da viagem;
- endereço de hospedagem e roteiro;
- recursos financeiros para a estadia;
- documentos de saída ou continuidade da viagem, quando solicitados;
- coerência geral das informações fornecidas.
Bilhete emitido e planejamento da viagem
Um bilhete aéreo emitido com e-ticket e código localizador pode ajudar a organizar a documentação de saída da viagem. Ele deve refletir um planejamento real e não substitui K-ETA, visto, passaporte, hospedagem ou qualquer outro requisito migratório.
Leia também sobre bilhete de volta verificável e nosso guia geral de passagem de volta para imigração.
Como a Só Volta pode ajudar?
A Só Volta auxilia viajantes que precisam organizar um bilhete aéreo emitido para compor seu planejamento de viagem. Antes de contratar, confirme as regras atuais da Coreia do Sul e da companhia aérea utilizada.
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Fontes oficiais
- K-ETA — site oficial
- Consulado Geral da República da Coreia em São Paulo — isenção temporária de K-ETA
- Embaixada da República da Coreia no Brasil — orientações sobre K-ETA
- Korea Immigration Service
Perguntas frequentes
Brasileiro pode entrar na Coreia do Sul sem visto?
Para curta permanência e finalidades permitidas, brasileiros com passaporte comum podem utilizar o regime de entrada sem visto, observadas as regras vigentes e o K-ETA quando aplicável.
Brasileiro está isento de K-ETA em 2026?
Não. A lista de países com isenção temporária prorrogada até 31 de dezembro de 2026 não inclui o Brasil.
A passagem precisa ser de volta ao Brasil?
Não necessariamente. Um bilhete de saída para terceiro país pode ser coerente quando corresponde ao roteiro real.
Ter passagem de volta e K-ETA garante entrada?
Não. K-ETA e bilhete de saída ajudam a compor a documentação, mas a decisão final de entrada pertence às autoridades coreanas.
Para outros roteiros pela Ásia, consulte os guias de passagem de volta para o Japão e de saída da Tailândia. Os requisitos variam por destino.
Precisa organizar sua passagem de saída?
Se precisar de uma passagem de retorno ou continuação, conheça o serviço da Só Volta e escolha a data e o horário de recebimento. As exigências e a aceitação do documento dependem das regras de cada destino.
Consulta orientativa. Nenhum bilhete, isoladamente, garante entrada no país.